Motorista de Uber consegue vínculo de emprego. É a Justiça do Trabalho boicotando o Brasil…

O TRT de MG, pela primeira vez, entendeu que motorista de UBER tem vínculo de emprego com a gestora do aplicativo.

Dentre outras bobagens entendeu haver subordinação porque o “o motorista somente toma ciência do destino escolhido pelo usuário, quando o recebe em seu veículo e dá o comando de início da corrida”.

Ignorou que o motorista trabalha a hora que quiser; que pode até se fazer substituir; que pode recusar chamadas; que faz seu horário, define seu descanso, enfim, que se trata de uma atividade atípica, muito distante dos comandos da CLT.

Acreditamos que a decisão será reformada, mas, incontestavelmente, a própria Justiça do Trabalho dá mais uma razão para que o debate sobre sua extinção seja encaminhada.

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