Gov. Dória prorroga quarentena até 10 de maio. Veja o que abre e fecha.

Insensível aos danos na economia o Gov. de SP decide prolongar o fechamento da economia no estado.

Abrem:

  • Hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas;
  • Transporte público, táxis e aplicativos de transporte;
  • Transportadoras e armazéns;
  • Empresas de telemarketing;
  • Petshops;
  • Deliverys;
  • Supermercados, mercados, açougues e padarias*;
  • Limpeza pública;
  • Bancas de jornais;
  • Bancos, lotéricas e correspondentes bancários;
  • Postos de combustível;
  • Fábricas.

*padarias não poderão permitir o consumo no estabelecimento.

Fecham:

  • Comércio;
  • Bares;
  • Restaurantes;
  • Cafés;
  • Casas noturnas;
  • Shopping centers e galerias;
  • Academias e centros de ginástica;
  • Espaços para festas, casamentos, shows e eventos;
  • Escolas públicas ou privadas.

*Bares, cafés e restaurantes podem manter o funcionamento em sistema de delivery e/ou drive thru.

STF começa votação. Há apenas um voto. Entenda o que fazer.

Acompanhamos a sessão do STF que iniciou a apreciação da liminar de Lewandovisck. Por ora apenas ele votou, de modo confuso e atabalhoado, mantendo sua posição, como era de se esperar.

Por problemas técnicos a votação foi suspensa e seguirá amanhã.

Reiteramos:

  • SIGAM com os contratos de redução/suspensão de jornada e salários;
  • Comunique os sindicatos e suba a informação no site do Governo;
  • Aguarde a provocação dos sindicatos. 8 dias após a comunicação (por mail), se não houver manifestação o termo está aprovado.
  • Não ceda à extorsão. Não pague os sindicatos.

Seguimos crendo que a liminar será cassada.

Acordos Individuais – Nova posição do STF. Devemos envolver os sindicatos? Entenda.

Em nova manifestação, agora por provocação do Gov Federal (AGU) o Ministro Levandowisk conseguiu ser mais confuso do que antes.

Na nova posição, que deveria “esclarecer” pontos obscuros, o patético Ministro inova ao determinar que as alterações de contrato são válidas imediatamente, mas dependem de envio ao Sindicato que poderá ou não avaliar….

É triste, mais um sujeito desse está no STF.

Acreditamos, e agora mais do que nunca, que essa liminar será CASSADA no dia 16.

Por ora não muda nada do que já escrevemos.

Nova regra para o cancelamento de reservas, eventos, turismo e cultura (COVID). Entenda.

Por meio da MP 948 o Gov. Federal disciplinou a forma de tratar contratos de entretenimento pagos antes do vírus chinês (sim, eu chamo de vírus chinês):

Basicamente:

  • Na hipótese de cancelamento de serviços, reservas, eventos, shows e similares, o prestador não será obrigado a reembolsar os valores antecipados, desde que:
  • (i) assegure a remarcação dos serviços cancelados ou,
  • (ii) disponibilizem o “crédito” para uso na compra de outros serviços em até DOZE meses após a calamidade se encerrar;
  • Há ainda, claro, a possibilidade de acordo entre as partes que trate de modo diferente;
  • A remarcação não poderá gerar qualquer custo ao consumidor desde que efetive a solicitação em até 90 dias contados de hoje;
  • Caso não seja possível a remarcação ou crédito, a empresa de eventos deverá reembolsar o valor em 12 vezes a partir do término da calamidade, corrigido pelo IPCA-E;

Sindicatos não podem cobrar para fazer o acordo de redução – Diga não à extorsão! Entenda.

Como era de se prever os sindicatos de empregados estão cobrando das empresas para analisarem os acordos de redução de jornada e salários, depois da patética liminar de Lewandovisk.

Isso não é COBRANÇA é EXTORSÃO. Não pague de forma alguma.

Reiteramos que se em 8 dias a mesa redonda-digital não for instaurada o acordo será tacitamente aprovado. O não pagamento faz o tempo correr.

O único pagamento que pode ocorrer em favor dos sindicatos é aquele em que o funcionário AUTORIZA o desconto e repasse. Fora disso – não pague !

Não ceda à EXTORSÃO !!!!!!

Seguimos crendo que em 16/04 o Pleno do STF cassará essa excrescência nascida do Pateta do STF.

As reduções de salário (25, 50 e 70%) e a suspensão podem ser alternada ou alteradas no período?

As medidas de redução de jornada e salário bem como a suspensão do contrato de trabalho (MPs 927 e 936) podem ser alteradas (percentuais de redução) e mesmo depois de um período de redução pode haver nova suspensão do contrato.

A “redução” vale por até 90 dias e a “suspensão” por 60 dias, mas cada “pedaço” deve ser de no mínimo 30 dias, salvo se houver extinção do programa com reingresso ao trabalho, nesse caso pode ser interrompido.

Como tratar a questão da comunicação de redução de salários aos sindicatos? O que fazer? Entenda.

Por liminar “sem-pé-nem-cabeça” assinada por Lewandovisck o STF determinou que os acordos de redução de jornada apenas serão válidos se houver comunicado ao sindicatos de empregados.

Nosso posicionamento é o seguinte:

  • Prepare mail (texto está disponível nesse blog) informando o sindicato quanto aos empregados, datas e percentuais de redução de jornada e salários.
  • Não havendo resposta em 8 dias o acordo está aprovado.
  • A redução VALE a partir de 1 de abril, desde que pré-avisando com 2 dias de antecedência, logo, 6 de abril;
  • Muitos sindicatos não estão funcionando ou cobram para avaliar. Não pague – isso é chantagem – não responda e conte os 8 dias;
  • Só haverá problemas se o sindicato não aceitar e abrir mesa redonda digital.
  • Qualquer outra posição do sindicato (que não a mesa redonda digital) autoriza a redução.

Por fim, dada a fragilidade da argumentação jurídica da liminar (qualquer estagiário faria melhor) há grande chance de ser CASSADA na próxima semana.

Quem bem conhece LEWANDOVISK sabe que nada “produtivo” sai daquele cabeça petista ultrapassada.

Processos trabalhista de UBER, IFood e similares. Esqueçam essa bobagem. Entenda o que se passa.

E não é que no meio da maior crise social já vivida a imprensa noticiou novamente uma decisão ESTÚPIDA em que um juiz do trabalho de São Paulo obrigava aplicativos a:

  • pagar um salário mínimo para cada entregador no grupo de risco;
  • fornecer álcool gel gratuitamente;
  • fornecer capacete, jaquetas e bolsas entre outras bobagens.

Pois bem. A decisão liminar foi, obviamente, cassada, e NOVAMENTE restou claro que entre os entregadores/motoristas e os aplicativos não há vínculo de emprego.

Senhores Juízes, por favor, o momento é crítico demais para devaneios esquerdistas-lunáticos desse tipo serem tirados da cartola.

O Ministério Público, claro, recorrerá e perderá novamente.

Em nome da paz social, calem-se. Tanto juízes quanto procuradores.